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| Bromélia Tanque |
Bromélia tanqueBromélias tanque são as bromélias cujas folhas apresentam uma bainha larga, acumulando grandes quantidades de água e detritos no centro de sua larga roseta.
As bromélias tanque são particularmente comuns em áreas de grande pluviosidade, como florestas, mas podem também ocorrer em locais de pluviosidade menos intensa, onde a precipitação horizontal (orvalho) é alta durante a noite, conduzindo com suas folhas as gotículas de água em direção ao centro.
A água acumulada no centro da planta propicia uma certa proteção térmica para a gema apical. Em casos de incêndio, o centro da planta resiste ao fogo, permitindo que ela continue a crescer.
Em ambientes florestais, onde há grande aporte de matéria orgânica proveniente de folhas, flores, sementes, e mesmo animais mortos, o acúmulo de água das chuvas nas bromélias favorece a decomposição desse material, disponibilizando nesta água os nutrientes necessários à sobrevivência destas bromélias - a água com os nutrientes é absorvida pelas próprias folhas.
Em certas espécies, a dependência da água acumulada na roseta chega ao ponto em que as raízes perdem sua função de absorção, sendo esta função efetivada pelas folhas.
As bromélias tanque assumem um papel formidável na ecologia das florestas, providenciando abrigo, local de reprodução e alimentação de inúmeras espécies de insetos, moluscos, anfíbios, pequenos mamíferos e outros animais insetívoros, além de algas continentais que, sem estas bromélias, não sobreviveriam.
Categoria:Bromeliaceae
Categoria:Ecologia
Bromélia
Bromeliaceae é uma Família botânica representada pelas bromélias (Bromelia sp) são originária das Américas, principalmente as florestas tropicais. São aproximadamente 1.400 espécies em 58 gêneros. O gênero Ananas é muito cultivado na América do Sul para se produzir a fruta abacaxi. O gênero Bromelia é cultivado em todo mundo para o paisagismo de jardins.
Informações Botânicas
Hábito e Folhas
São ervas xerófitas ou epífitas, com caule reduzido, as vezes são acaules, e raízes pouco desenvolvidas. Reprodução é geralmente vegetativa por botos laterais, espécies cultivadas como o gênero Ananas raramente produzem sementes. As folhas muitas vezes apresentam adptações para o clima árido, são carnosas, fibrosas, rosuladas ou espiraladas. Em geral apresentam uma dilatação na base, em forma de concha, formando um reservatório de água de chuva, orvalho, poeira e outras substâncias que podem ser assimiladas por escamas, o que substitui em parte a escassez de raízes. Abaixo da epiderme há um tecido aquífero.
Flores
Andrógenas ou unissexuais, trímeras, actino ou zigomorfas, heteroclamídeas, com sépalas coriáceas e pétalas vivamente coloridas. Androceu com 6 estames, em 2 séries de 3. Ovário súpero ou ínfero, trilocular e multiovulado. Inflorescências com brácteas coloridas.
Frutos
Isolados do tipo baga ou cápsula, no caso abacaxi (Ananas sp.) são inflorescências denominadas serose, no qual as flores se reúnem numa espiga densa, de eixo carnoso. As pétalas desprendem-se após a floração, mas as sépalas, são persistentes e tornam-se carnosas e junto com os ovários e os eixos florais também carnosos formam uma estrutura única que é o "fruto" do abacaxi.
Gêneros
Abromeitiella, Acanthostachys, Aechmea, Ananas, Androlepis, Araeococcus, Ayensua, Billbergia, Brewcaria, Brocchinia, Bromelia, Canistrum, Catopsis, Chevaliera, Connellia, Cottendorfia, Cryptanthus, Deinacanthon, Deuterocohnia, Disteganthus, Dyckia, Encholirium, Fascicularia, Fernseea, Fosterella, Glomeropitcairnia, Greigia, Guzmania, Hechtia, Hohenbergia, Hohenbergiopsis, Lamprococcus, Lindmania, Lymania, Macrochordion, Mezobromelia, Navia, Neoglaziovia, Neoregelia, Nidularium, Ochagavia, Ortgiesia, Orthophytum, Pepinia, Pitcairnia, Platyaechmea, Podaechmea, Portea, Pseudaechmea, Pseudananas, Puya, Quesnelia, Ronnbergia, Steyerbromelia, Streptocalyx, Tillandsia, Vriesia, Wittrockia.
Ref: [http://delta-intkey.com/angio/www/bromelia.htm Watson and Dallwitz] 30 de janeiro de 2005.
Referências
- [http://delta-intkey.com/angio/www/bromelia.htm Bromeliaceae] in [http://delta-intkey.com/angio/ L. Watson and M.J. Dallwitz (1992 onwards). The Families of Flowering Plants: Descriptions, Illustrations, Identification, Information Retrieval.]
Categoria:Botânica
Categoria:Plantas
Categoria:Poales
Roseta
Folhas em forma de roseta, ou rosuladas são aquelas distribuídas em uma porção muito curta do caule, dispostas espiraladamente. O termo se refere justamente à semelhança deste tipo de folhagem com as pétalas de uma rosa.
As folhas em roseta trazem vantagens a espécies alpinas, onde a luminosidade é intensa durante o dia (e a superfície fotossintetizante destas é grande), mas o frio à noite poderia danificar seu meristema apical. Por isso as folhas mais jovens permanecem curvadas sobre o mesistema, cobrindo-o e isolando-o da temperatura ambiente.
Já em Bromeliaceae, a roseta atua como um captador de água. As folhas possuem bainhas largas e abraçam-se umas às outras, fazendo com que o interior da roseta acumule água da chuva. Esta água, algumas vezes com parte da matéria orgânica ali depositada em decomposição, é absorvida pelas células das próprias folhas, fazendo com que muitas bromélias, especialmente as epífitas tenham sua função de absorção desempenhada mais pelas folhas do que pelas próprias raízes.
Categoria:Botânica
Floresta
Florestas são áreas com alta densidade de árvores. Segundo alguns dados as florestas ocupam cerca de 30% da superfície terrestre.
Uma floresta de formação natural é o habitat de muitas espécies de animais e plantas, e a sua biomassa por unidade de área é muito superior se comparado com outros biomas. Além disso, a floresta é uma fonte de riquezas para o homem: fornece madeira, resina, celulose, cortiça, frutos, bagas, é abrigo de caça, protege o solo da erosão, acumula substâncias orgânicas, favorece a piscicultura, cria postos de trabalho, fornece materiais para exportação, melhora a qualidade de vida.
As florestas plantadas são aquelas implantadas com objetivos específicos, e tanto podem ser formadas por espécies nativas ou exóticas. Este é o tipo de florestas preferido para o uso em processos que se beneficiem da uniformidade da madeira produzida, como a produção de celulose ou chapas de fibra (também chamadas de placas de fibra , por exemplo. Assim como as culturas agrícolas, o cultivo de florestas passa pelo plantio, ou implantação; um período de crescimento onde são necessários tratos culturais (ou silviculturais) e um período de colheita.
- Biomas.
Categoria:Ambiente
categoria:Florestas
ja:森林
Orvalho
Orvalho é uma freguesia portuguesa do concelho de Oleiros, com 34,79 km² de área e 689 habitantes (2001). Densidade: 19,8 hab/km².
Categoria:Freguesias de Portugal
FlúorO flúor é um elemento químico, símbolo F, de número atômico 9 ( 9 prótons e 9 elétrons ) de massa atómica 11 u, situado no grupo dos halogênios ( grupo 17 ou 7A ) da tabela periódica dos elementos.
É um gás a temperatura ambiente, de coloração amarelo-pálido, formado por moléculas diatômicas F2. É o mais eletronegativo e reativo de todos os elementos. Na forma pura é altamente perigoso, causando graves queimaduras químicas em contato com a pele.
História
O flúor (do latim fluere = "fluir") formando parte do mineral fluorita, CaF2, foi descrito em 1529 por Georgius Agricola por seu uso como fundente, empregado para reduzir os pontos de fusão de metais ou minerais. Em 1670 Schwandhard observou que era possível gravar o vidro quando exposto a fluorita que havia sido tratada com ácido. Posteriormente, Carl Wilhelm Scheele , Humphry Davy , Gay-Lussac , Antoine Lavoisier e Louis Thenard, realizaram experimentos com o ácido fluorídrico. Alguns destes experimentos acabaram em tragédia.
O fluor foi descoberto em 1771 por Carl Wilhelm Scheele; entretanto, devido à sua elevada reatividade, não se conseguiu isolá-lo porque, quando separado de algum composto, imediatamente reagia com outras substâncias. Finalmente, em 1886, foi isolado pelo químico francês Henri Moissan.
A primeira produção comercial do flúor foi para a bomba atômica do Projeto Manhattan, para a obtenção do hexafluoreto de urânio, UF6, usado para a separação de isótopos de urânio.
Abundância e obtenção
O flúor é o halogênio mais abundante da crosta terrestre, com uma concentração de 950 ppm. Na água do mar se encontra numa proporção de aproximadamente 1,3 ppm. Os minerais mais importantes no qual está presente são a fluorita, CaF2, a fluorapatita, Ca5(PO4)3F e a criolita, Na3AlF6.
O flúor é obtido pela eletrólise de uma mistura de HF e KF. No processo ocorre a oxidação dos fluoretos, no anodo:
:2F- - 2e- → F2
No catodo se descarrega o hidrogênio, sendo necessário evitar que os dois gases obtidos entrem em contato para que não haja o risco de explosão.
Compostos
- Utilizam-se numerosos compostos orgânicos nos quais foram sustituídos formalmente átomos de hidrogênio por átomos de flúor. Existem distintas formas de obtê-los, uma das mais importantes é através de reações de sustituição de outros halogênios: CHCl3 + 2HF → CHClF2 + 2HCl
- Os CFCs foram empregados numa ampla variedade de aplicações, por exemplo, como refrigerantes, propelentes, agentes espumantes, isolantes, etc., porém, como contribuiam para a destruição da camada de ozônio foram sendo substituídos por outros compostos químicos, como os HCFs. Os HCFCs também são empregados como substitutos dos CFCs, porém também destroem a camada de ozônio a longo prazo.
- O politetrafluoroetileno (PTFE) é um polímero denominado teflon, de grande resistência química e baixo coeficiente de atrito.
- O ácido fluorídrico é uma solução aquosa de fluoreto de hidrogênio. É um ácido fraco, porém muito mais perigoso que ácidos fortes como o clorídrico. O ácido HF é utilizado para gravar vidros e para retirar sílica (areia) de aços especiais.
- O hexafluoreto de urânio, UF6, é um gás a temperatura ambiente que se emprega para a separação dos isótopos de urânio.
- O flúor forma compostos com outros halogênios apresentando, nestes casos, estado de oxidação -1, por exemplo, IF7, BrF5, BrF3, e ClF.
- A criolita natural, Na3AlF6, é um mineral que contém fluoretos. Se extraía na Groenlândia, porém atualmente está práticamente esgotada. Felizmente, pode-se obtê-la sinteticamente para ser empregada na obtenção de alumínio por eletrólise.
Papel biológico
O flúor está presente em mamíferos na forma de fluoretos. Trata-se de uma substância ótima, que deve ser utilizada com sabedoria, por ser muito reativa e tóxica, para que todos possam gozar de seus benéficios e fazer jus ao ditado "Só a dose faz o veneno.". É preciso lembrar que na dose certa, nem arsênico é venenoso, existindo aplicações medicinais também para ele.
Quando em pequenas quantidades se acumula nos ossos e dentes dando-lhes uma maior resistência. São acrescentados fluoretos em médias quantidades nos cremes dentais(1000ppm~1500ppm),que não devem ser engolidos, e em baixa quantidade em águas de consumo para evitar o surgimento de cáries,(0,6ppm~1,0ppm). Entretanto a fluoretação da Água potável é motivo de controvérsias entre muitos cientistas, políticos e ativistas, pois o Flúor é considerado medicamento pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que endossa sua adição na água, leite ou sal como forma eficaz de combater a cárie. Esta é uma doença epidemica. Díficil é encontrar no mundo moderno, algum indíviduo que não a tenha.
No Brasil há leis de fluoretação de águas públicas que foram recentemente contestadas por políticos e outros profissionais contrários a esse tratamento de massa da população, no senado e câmara, considerado anti-ético, segundo seus valores, ao tempo em que foram festejadas por organizações médicas e comunidades científicas.
Seja como for, a fluoretação tem eficácia de até 60% nas redução das cáries.E embora esse índice dificilmente chegue a 30% atualmente, devido ao uso disseminado de outras fontes de flúor, é muito importante que seja discutida com a população essa importante medida de saúde , visando beneficiá-la com níveis ótimos da paradoxal substância ao tempo em que se respeite a ética em saúde pública evitando assim problemas como A Revolta da Vacina de 1906. É muito importante o total controle sobre a dosagem depositada na água, sal e leite por parte de químicos, técnicos e engenheiros.A OMS também recomenda que seja feita a pesquisa das fontes de flúor extra-água, para saber se as pessoas já estão sendo expostas aos níveis adequados do elemento no ar e comida. Infelizmente essa atitude é pouco praticada no Brasil. É tarefa de odontólogos, autoridades públicas e cientistas garantir que o uso excessivo da substância valha punição severa para seus praticantes (indústria, técnicos das estações de tratamento da água etc.), e que as margens corretas sejam usadas, afim de se reduzir a doença cárie com o mínimo de efeitos colaterais bem como garantir tratamento para vítimas de fluorose com aspecto anti-estético (relativamente rara).
Vale lembrar que muitas águas têm fluoretos naturais, a maioria das águas minerais, por sinal. Em chás e peixes ele existe em grande abundância, o que poderia justificar a boa qualidade dental de índigenas e orientais juntamente com um menor consumo de açucares refinados.
O Flúor, advindo da fluoretação artificial, é absorvido quase completamente pelo organismo humano, enquanto a sua versão encontrada em chás, peixes e determinados vegetais, tem absorção de apenas 25%. A maior parte dele se deposita nas partes sólidas do organismo mamífero, o tecido ósseo, enquanto uma pequena porção singra para os dentes.
A intoxicação por Flúor é conhecida como Fluorose, e se manifesta com um aspecto quebradiço e cromaticamente disforme dos dentes,(mosqueamento).Geralmente acontece quando do consumo de grandes quantidades de águas naturalmente fluoretadas, por parte de crianças, e em alimentos processados com estas águas, é importante que com a fluoretação seja feito o combate a desnutrição, para que bem suplementada de cálcio e iodo a criança não sofra de má mineralização com cristais defeituosos de Fluorita (CaF2) e problemas da tireóide.É importante também que a substância usada tenha boa procedência e como fim a saúde pública. A lista dos efeitos pode ser resumida assim, para o consumo de compostos do flúor.
- 1,5mg/dia a 2,5mg/dia - Redução da cárie em até 70% com 20%-40% de fluorose muito leve e leve, em crianças de até 7 anos, sem nenhum efeito tóxico considerável. Sequer os pais conseguirão ver qualquer alteração no esmalte dentário. Essa quantidade corresponde ao consumo de água a níveis ótimos de flúor.
- 6,0mg/dia - Anulação de boa parte do efeito benéfico, com presença de problemas ósseos e neurológicos em algumas crianças mal-nutridas e fluorose leve, moderada e severa com sério comprometimento da estética. Muita gente resiste bem a essa porção.
- 10,0mg/dia a 20mg/dia- Quantidade tóxica. Algumas pessoas poderão ter problemas gástricos leves devido a formação do HF no estômago. Essa porção pode levar a moléstias ósseas como fluorose esquelética, artrite e fraturas de stress, associadas a distúrbios de aprendizagem em infantes. Corresponde a problemas reportados pelo UNICEF em comunidades indianas e chinesas. Está ligada a problemas relatados por pessoas vivendo próximo a fábricas de cerâmica e fertilizantes e consumidores de águas insalubres no Nordeste brasileiro. A água com mais de 1,5ppm deve ser tratada com adsorção, floculação, destilação ou osmose reversa.
- 200mg - Já foi relatado, nessa dosagem, morte por intoxicação de crianças mais sensíveis. Causa grande mau-estar gástrico devido a formação do ácido hidrofluórico(HF) no estômago e consequente ferida na mucosa gástrica.
- 500mg-2g - Com 500mg, em um consumo único, causa parada cardíaca e morte em crianças e com doses a partir de 2g, de fluoreto de sódio, pode matar um adulto. Lavagem gástrica e consumo de água de cal(Ca(OH)2), hidróxido de magnésio, ou leite podem diminuir a absorção da substância por parte do organismo.É fundamental que o paciente seja levado a um hospital para tratamento.
A fluoretação foi considerada uma das melhores políticas de saúde pública pelo CDC nos EUA. Entretanto se não houver um programa de combate a desnutrição, como há naqule país, o flúor pode não beneficiar as crianças com deficiência de cálcio. É fundamental que expandindo-se tal pratica, nutra-se as crianças carentes, para termos um efeito totalmente benéfico e com grande sucesso.
Precauções
O flúor e o HF devem ser manuseados com grande cuidado, devendo-se evitar totalmente qualquer contato com a pele ou com os olhos.
Tanto o flúor como os íons fluoretos são altamente tóxicos. O flúor apresenta um odor acre característico, sendo detectável em concentrações tão baixas como 0,02 ppm, abaixo dos limites de exposição recomendados.
Links externos
- [http://www.webelements.com/webelements/elements/text/F/index.html WebElements.com - Fluorine]
- [http://environmentalchemistry.com/yogi/periodic/F.html EnvironmentalChemistry.com - Fluorine]
- [http://education.jlab.org/itselemental/ele009.html It's Elemental - Fluorine]
- [http://www.fluoridealert.org Alerta contra possíveis danos causados pelo flúor à saúde humana.]
Categoria:Elementos_químicos
ja:フッ素
ko:플루오르
th:ฟลูออรีน
SementeSemente é o óvulo maduro das plantas gimnospermas ou angiospermas.
A semente é o óvulo já fecundado, sendo formada pelo tegumento ou casca, embrião e pelo endosperma que o envolve.
A formação das sementes
A flor, após sofrer a diferenciação, desenvolve-se e, à semelhança de um ramo vegetativo, passa a constituir-se de um eixo (receptáculo) e de apêndices laterais, que são os órgãos florais.
categoria:botânica
ja:種子
ko:씨
simple:Seed
Animalia
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| Domínio: || Eukaryota
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| Reino || Animalia
|{Ver também{Links externos Raiz
A raiz é o órgão da planta que tipicamente se encontra abaixo da superficie do solo. Tem duas funções principais: servir como meio de fixação ao solo e como órgão absorvente de água e nutrientes. Quase sempre subterrânea, há, no entanto, plantas dotadas de raízes especiais, como as figueiras com as suas raízes aéreas, e as plantas epífitas.
Estrutura e função
Nas Pteridófitas, as raízes se desenvolvem nos primeiros estágios do desenvolvimento do esporófito, quando ainda preso ao gametófito. Nas plantas com sementes, raízes têm origem no embrião. O precursor da raiz no embrião, a radícula, é o primeiro órgão a se desenvolver no ato da germinação da semente. Nas Dicotiledôneas, esta raiz primordial desenvolve-se e torna-se a raiz principal, da qual a maior parte do sistema radicular é derivado. Já em Monocotiledôneas, a radícula se degenera, e todas as raízes brotam a partir da base do caule, conhecidas neste caso como raízes adventícias (este brotamento de raízes no próprio caule também é comum em muitas espécies de Dicotiledôneas, como as figueiras, clúsias, e o mague-vermelho).
Nas Angiospermas, é possível distinguir anatomicamente as raízes de caules subterrâneos por aquelas apresentarem xilema na parte mais externa do cilindro vascular e floema na mais interna, quando no caule essa configuração é inversa. Além disso, as raízes não apresentam gemas foliares, que estão presentes nos caules.
Outra característica é a presença da coifa, uma estrutura semelhante a um capuz nas extremidades das raízes, que protegem o meristema conta danos causados pelo atrito com o substrato. A coifa é um revestimento de células mortas produzidas pelo próprio meristema. Alguns associam a coifa ao geotropismo positivo das raízes, pois detectaram em suas células grande quantidade de grãos de amido, que se depositam de acordo com a gravidade. Estes grãos orientariam o posicionamento das células em relação ao centro da Terra, fazendo com que as raízes tendessem a crescer para baixo.
Além da coifa, muitas raízes produzem mucilagem, que lubrifica a passagem do meristema à medida em que este avança pela terra, facilitando seu crescimento. Em alguns casos, essa muscilagem é tóxica para outras plantas, impedindo seu crescimento próximo à planta e diminuindo, assim, a competição por espaço, água e nutrientes.
Certas figueiras podem, por vezes, germinar sobre outras árvores. Incapazes de absorver a matéria orgânica presente nos galhos do hospedeiro, como as epífitas, essas figueiras produzem raízes longas e finas que crescem em direção ao solo. Uma vez firmes, essas raízes se engrossam e produzem novas raízes secundárias, que, aos poucos, envolvem a árvore hospedeira. A figueira continua a crescer em volta da árvore até que suas raízes apertem seu tronco e destrua seu sistema vascular. Desta forma, a figueira assume o lugar da árvore onde originalmente germinou.
Em algas e briófitas não há raízes propriamente ditas. Nas primeiras, podem ocorrer apressórios, prolongamentos da base do talo com a função de fixação no substrato. Nas últimas, existem pêlos absorventes responsáveis por algumas funções desempenhadas pelas raízes, mas não passam de uma série de células dispostas em sequência.
Utilidades para o Homem
Algumas raízes são comestíveis, como a cenoura, o ginseng, o nabo e o rabanete. Estas raízes não devem ser confundidas com tubérculos como a batata, nem bulbos como a cebola, pois estes são caules subterrâneos, e não raízes.
Algumas raízes são consideradas medicinais (como o próprio ginseng). Um grupo brasileiro chegou a pesquisar, em 1979, os efeitos anti-cancerígenos das raízes de Ternstroemia brasiliensis, uma Theaceae.
Categoria:Botânica
ja:根
ms:Akar
Inseto
|-
!bgcolor="pink" colspan="2"|Sub-Classes e Ordens
|-
|Sub-classe: Apterygota
:Ordens
: - Archaeognatha
: - Thysanura
: - Monura - extinto
Sub-classe: Pterygota
:Ordens
: - Ephemeroptera
: - Odonata ( libélula)
: - Diaphanopteroidea - extinto
: - Palaeodictyoptera - extinto
: - Megasecoptera - extinto
: - Archodonata - extinto
: - Infra-classe: Neoptera
::Ordens
:: - Blattaria ( barata)
:: - Isoptera (térmita)
:: - Mantodea (louva-a-deus)
:: - Dermaptera (tesourinha)
:: - Plecoptera
:: - Orthoptera ( gafanhotos)
:: - Phasmatodea (insecto-pau)
:: - Embioptera
:: - Zoraptera
:: - Grylloblattodea
:: - Mantophasmatodea
: - Super-ordem: Exopterygota
::Ordens
:: - Psocoptera
:: - Thysanoptera
:: - Phthiraptera
:: - Hemiptera (percevejos)
: - Super-ordem: Endopterygota
::Ordens
:: - Raphidioptera
:: - Megaloptera
:: - Neuroptera
:: - Coleoptera (besouro)
:: - Strepsiptera
:: - Mecoptera
:: - Siphonaptera
:: - Diptera (mosca e pernilongo)
:: - Trichoptera
:: - Lepidoptera (borboleta e mariposa)
:: - Hymenoptera (formiga, abelha, vespa)
:: - Miomoptera - extinto
:: - Protodiptera extinto
|{ Molusco
|-----
| align="center" | 250px
|{msg:esboço{Links externos Mamífero
| |
|-----
|
|-----
! colspan="2" bgcolor="pink" align="center" | Sub-classes
|-----
| style="padding:8px" |
- Prototheria
- Monotremata
- Theriiformes extinta
- Theria
- Marsupialia
- Placentalia
|{ Alga
As algas compreendem vários grupos de seres vivos aquáticos e autotróficos, ou seja, que produzem a energia necessária ao seu metabolismo através da fotossíntese. A maior parte das espécies de algas são unicelulares e, mesmo as mais complexas – algumas com tecidos diferenciados – não possuem verdadeiras raízes, caules ou folhas.
Embora tenham, durante muito tempo, sido consideradas como plantas, apenas as algas verdes têm uma relação evolutiva com as plantas "superiores"; os restantes grupos de algas representam linhas independentes de desenvolvimento evolutivo, paralelo às que levaram às plantas superiores.
A disciplina da biologia que estuda as algas é a ficologia ou algologia, tradicionalmente uma especialização da botânica.
Relações evolutivas entre os diferentes grupos de algas
"Algas" Procarióticas
As "algas azuis" ou cianofíceas – modernamente classificadas Cyanobacteria como um " reino" dentro do domínio Eubacteria ou "verdadeiras" bactérias – foram um dos primeiros seres vivos a aparecerem na Terra, com o mais antigo fóssil datado em 3.800 milhões de anos ( Pré-Câmbrico) e acredita-se que tenham tido um papel preponderante na formação do oxigénio da atmosfera.
Estes organismos têm uma estrutura procariótica, sem um verdadeiro núcleo celular e com os pigmentos fotossintéticos dispersos no citoplasma.
Algas Eucarióticas
Todos os restantes grupos de algas são eucarióticos (com um verdadeiro núcleo celular) e realizam a fotossíntese usando organelos chamados cloroplastos. Os cloroplastos contêm DNA e têm uma estrutura semelhante às cianobactérias – pensa-se que evoluíram a partir duma alga mais "primitiva" que era endosimbionte.
Há diferentes tipos de cloroplastos, que podem reflectir diferentes eventos endosimbióticos. Existem três grupos de organismos que têm cloroplastos "primários":
- As algas verdes e as plantas "superiores";
- As algas vermelhas ( Rodophyta); e
- Glaucophyta.
Nestes grupos, o cloroplasto é rodeado por duas membranas que se pensa terem origem na cianobactéria endosimbionte. Os glaucófitos possuem cloroplastos muito primitivos (denominados " cianelos"), muito semelhantes aos das cianobactérias e mantendo ainda a camada de peptidoglicano entre as duas membranas. Os cloroplastos das algas vermelhas têm uma pigmentação mais próxima das cianobactérias actuais. As algas verdes e as plantas "superiores" tem cloroplastos com clorofilas a e b, esta última encontrada em algumas cianobactérias, mas não na maioria. Estes factos indicam que provavelmente estes três grupos de plantas têm origem num antepassado comum – uma espécie de alga com uma cianobactéria endossimbionte.
Há dois outros grupos de organismos com clorofila b – as Euglenophyta e as Chlorarachniophyta – mas nestes grupos, os cloroplastos são rodeados, respectivamente, por três e por quatro membranas, que se pensa serem provenientes do próprio ensossimbionte. Os cloroplastos dos Chlorarachniophyta contêm um nucleomorfo reduzido, que poderia ser um resíduo do núcleo do endossimbionte. Há uma teoria segundo a qual os cloroplastos da Euglena têm apenas três membranas por terem sido adquiridos por mizocitose em vez de fagocitose.
Os restantes grupos de algas todos têm cloroplastos com clorofilas a e c – que não são conhecidas em nenhum procarionte, nem nos cloroplastos primários. No entanto, algumas semelhanças genéticas entre estes grupos e as algas vermelhas sugerem que existem relações evolutivas entre todos. São os seguinte estes grupos:
- Heterokonta (divisão Heterokontophyta) incluem as algas douradas, diatomáceas e algas castanhas;
- Haptophyta ou Prymnesiophyta, que têm pigmentos semelhantes aos Heterokonta, mas a estrutura das células é muito diferente, tipicamente com dois flagelos ligeiramente diferentes um do outro e um outro organelo chamado " haptonema", que é superficialmente semelhante a um flagelo, mas que difere no arranjo dos microtúbulos e no comportamento (pertencem a este grupo os cocolitoforídeos);
- Cryptomonadina(ou Cryptophyta); e
- Dinoflagelados.
Nos primeiros três destes grupos (também conhecidos pelo nome Chromista), o cloroplasto possui quatro membranas e, no grupo Cryptomonadina mantém o nucleomorfo. O cloroplasto do dinoflagelado típico possui apenas três membranas, mas este grupo apresenta considerável variabilidade nos cloroplastos. O grupo Apicomplexa, a que pertence o plasmódio da malária, e que é relacionado com os dinoflagelados (de acordo com o projecto Árvore Evolutiva, estes seres encontram-se agrupados nos Alveolata), não possui cloroplastos típicos, mas sim plastídeos.
As "algas verdes" são modernamente agrupadas em duas linhagens dentro do reino Plantae (ou Viridaeplantae):
- um grupo que inclui as classes Prasinophyta (que está ainda em estudo, pensando-se que pode ser parafilética), Chlorophyceae, Trebouxiophyceae (anteriormente considerada a ordem Microthmaniales), and Ulvophyceae.
- o outro grupo, o clade Streptophyta, inclui as ordens Chlorokybales, Klebsormidiales, Zygnematales, Charales, Coleochaetales e os embriófitos, ou seja, as plantas terrestres. Estas ordens estavam anteriormente colocadas dentro duma classe Charophyceae, dentro da tradicional divisão Chlorophyta (Algas verdes), mas estudos filogenéticos recentes levaram a adoptar a presente classificação.
Grande parte do material usado nesta secção foi retirado do projecto Tree of Life, especialmente das páginas com "copyright" de Richard M. McCourt (1996).
Formas de organização das algas
A maior parte das algas são seres unicelulares, vivendo livres na água e movendo-se com o auxílio de flagelos ou por movimento amebóide. Algumas espécies não têm movimento próprio e ocorrem no meio ambiente quer na forma cocóide (de coccus, o tipo mais simples de bactéria), quer na forma capsóide, cobertas de mucilagem. No entanto, mesmo as algas unicelulares se agrupam por vezes em formas coloniais, móveis ou não. Alguns destes tipos de organização, que podem ocorrer ao longo do ciclo de vida duma espécie, são:
- colónia simples – pequenos grupos de células móveis (exemplo: Volvox)
- colónia palmelóide – grupo de células sem mobilidade embebidas em mucilagem
- filamento – uma fiada de células unidas, quer pelas paredes celulares, quer por mucilagem; por vezes ramificados
- colónia parenquimatosa – grandes grupos de células formando um pseudo-talo, por vezes com diferenciação parcial de tecidos.
As algas castanhas, vermelhas e alguns grupos de algas verdes apresentam indivíduos com tecidos totalmente diferenciados em órgãos parcialmente equivalentes aos das plantas "superiores". O corpo do indivíduo é chamado talo e em muitos casos apresenta um estipe, parecido com um caule, mas sem tecidos vasculares, um órgão de fixação que se pode assemelhar a uma raiz, e lâminas foliares, parecidas com verdadeiras folhas.
As formas mais complexas encontram-se na ordem Charales, que aparentemente são os parentes mais próximos das plantas superiores.
Ecologia das algas
As algas têm um importantíssimo papel na biosfera– aliás, sempre tiveram, basta recordar que foram elas as primeiras produtoras de oxigénio no nosso planeta. No presente, elas são as responsáveis pela maior parte da produção nos ecossistemas aquáticos: como produtores primários, elas formam a base da cadeia alimentar desses ecossistemas.
As macroalgas marinhas, ou seja, as que têm dimensões maiores que as do fitoplâncton, como as algas verdes, vermelhas e castanhas, podem, por vezes colonizar grandes porções do substrato, fornecendo refúgio, alimento e mesmo substrato secundário a uma grande variedade de organismos, tornando-se num micro habitat específico dentro dum ecossistema maior.
Algumas algas são excelentes indicadores de determinados problemas ecológicos. Por exemplo, quando se vê um tapete de alfaces-do-mar ou de algas azuis numa zona, isso é normalmente indicador de poluição por excesso de efluentes nitrogenados.
Por vezes, as algas planctónicas multiplicam-se demasiado – normalmente em condições de temperatura óptima e de nutrientes abundantes – formando o que se chama "flor-da-água". Este fenômeno pode ser uma indicação de poluição, como indicado acima, e pode levar à destruição da biodiversidade duma massa de água ( lago, estuário), uma vez que as algas que morrem são decompostas, levando à diminuição do oxigénio na água. Mas pode também ser um fenômenos natural, que desaparece quando a temperatura muda e quando os nutrientes são esgotados pelas algas; nesse caso, a população planctónica normalmente regressa aos níveis normais.
Um fenômeno semelhante mas mais grave acontece quando determinados dinoflagelados se reproduzem numa região marinha, formando o que se chama maré vermelha. Nesta situação, estes organismos produzem toxinas e podem provocar a morte de uma grande quantidade de peixes e mesmo de aves ou outros animais que deles se alimentam.
Importância das algas para o homem
As algas são importantes para os animais na reprodução,pois são extremamente energéticas,alterando os hormônios animalescos. Já para o homem,é usada para a não-reprodução, pois com algumas delas, é feita a camisa-de-vênus, mais conhecidas como camisinha. Por isso coma algas e use camisinha.
!Categoria:Protistas
Recursos exteriores à Wikipédia
- [http://www.algaebase.org Base de dados das algas]
- [http://www.seaweed.ie/defaulttuesday.html Página das "algas marinhas" ]
ja:藻類
Categoria:Bromeliaceae
Categoria:Poales
OmegaL'Omega, és la darrera lletra de l'alfabet grec.
S'escriu Ω en majúscula, i ω en minúscula.
- Cosmologia: símbol de la proporció entre la densitat mitjana de l'Univers i la densitat crítica. Ω = ρ/ρ c
- Cristianisme: símbol de la fi. S'utilitza per dir que Déu no en té i per això s'inclou al ciri pasqual amb l' alfa.
- Electrònica: en majúscula símbol de l' ohm.
Categoria:Alfabet grec
als:Ω
ja:Ω
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